Sonhar Livre

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Aline Marks

Acredito que precisamos mudar a forma como a adolescência é vista, para isso construí o conceito de Culturas Adolescentes enquanto pesquisadora e atuo na defesa de aprendizagens significativas para os adolescentes, respeitando suas culturas e necessidades.

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Nossa História

   O nome Sonhar Livre, nasceu em 2016 num fim de tarde logo após eu ter assistido ao documentário O Começo da Vida. Um trecho específico me marcou para sempre: nele, uma garota indiana chamada Phula cuidava sozinha dos irmãos mais novos em uma comunidade carente, eles não tinham pais e ela, com apenas 11 anos, era a responsável pelos mais novos. O entrevistador a perguntou qual era o seu sonho e ela lhe respondeu que não sonhava. 

   Sonhos. Essa palavra ficou na minha mente e juntou-se à palavra Liberdade, que lá já tinha seu lugar reservado. Me lembro de ter chegado à conclusão de que, como educadora, eu deveria trabalhar para que os adolescentes a quem acompanhava pudessem sonhar livremente - livres do medo, da insegurança, da falta de recursos, das prisões que nos são impostas - e assim surgiu a Sonhar Livre como missão, como propósito.

    Em 2016 eu já trabalhava com crianças e adolescentes na educação informal há mais de 10 anos, e na escola trabalhava com adolescentes do Fundamental II e Ensino Médio há mais de 5 anos. Com o tempo, percebi que a adolescência, como "fase da rebeldia", não era a realidade, também notava que as pessoas eram diferentes e que seus contextos tinham grande influência na forma como pensavam e agiam.

    Naquele ano eu também desenvolvia minha pesquisa de mestrado nas aldeias Guarani Mbya do Jaraguá e, já no começo de 2017, a pesquisa ficou concentrada quase exclusivamente na escola da aldeia de Ensino Fundamental II e Médio, em especial nas turmas de 6º, 7º, 8º e 9º anos do Fundamental II. 

    No mesmo ano, também assumi meu cargo concursado como Professora na rede municipal de São Paulo, atuando, desde então, com estudantes do Ensino Fundamental II. Em 2018, como psicopedagoga atendi voluntariamente a adolescentes em situações de vulnerabilidade.

    Concluí o mestrado em Setembro de 2019 já sabendo que todos meus estudos e vivências não poderiam ficar para traz. Eu precisava ir além, e assim a Sonhar Livre se tornou um espaço de aprendizagens adolescentes, a clínica e psicopedagogia para adolescentes. Alguns meses depois a pandemia mudou todos os meus planos e o atendimento presencial já não era uma alternativa. Foi quando percebi que focar somente nas dificuldades de aprendizagem era pouco.

    O ano de 2020 me fez mergulhar no universo digital como meio de aprendizagem, e meus estudos se voltaram a alternativas dentro da psicopedagogia. Pesquisei ainda mais sobre aprendizagem na adolescência pelos meios digitais, retomei o conceito de Culturas Adolescentes que tinha desenvolvido no mestrado, me aprofundei em comunidades de aprendizagem, conversei com adolescentes, educadores e famílias, queria entender como tudo que aconteceu em 2020 estava afetando suas vidas.

     Assim, em 2021 a Sonhar Livre se tornou uma Comunidade de Aprendizagens e Culturas Adolescentes e, por meio da psicopedagogia, também desenvolvemos cursos que visam a construção da Autonomia para que adolescentes sonhem livremente.

     Todos os adolescentes e famílias que investem em nossos cursos, contam com acompanhamento psicopedagógico ou tutorias e se tornam membros permanentes da Comunidade Sonhar Livre, participando de encontro mensais e diversas atividades construídas colaborativamente. Além disso temos um grupo de estudos para educadores e terapeutas de adolescentes, o GECAE.

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Pesquisas

Pesquisa de Mestrado junto ao Povo Guarani Mbya do Jaraguá - São Paulo

Artigos sobre Aprendizagens e Culturas Adolescentes

GEACA - Grupo de Estudos sobre Aprendizagens e Culturas Adolescentes

Pesquisa sobre Culturas Adolescentes e na Escola (em breve)